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Porto

A população judaica do Porto deve ter tido um significativo incremento com o Foral – documento que organizava administrativamente a cidade – de 1123, dado pelo Bispo do Porto, D. Hugo. Este Foral dava significativos incentivos ao comércio e a quem se estabelecesse na cidade, para atrair população para o burgo.

À medida que a cidade foi crescendo económica e culturalmente, a comunidade também foi aumentando. Devem ter existido três judiarias: a Judiaria Velha, na Rua das Aldas (atual Rua de Sant’Ana) e espalhando-se até à Rua Escura e à Rua Chã; a Judiaria de Monchique, extramuros, em Miragaia; e a Judiaria Nova do Olival, novamente dentro de muros.

Hoje, os principais vestígios podem ser vistos naquela que era a Judiaria Nova do Olival, para onde D. João I (1357-1433) mandou concentrar os judeus em 1386. A Sinagoga desta judiaria deveria situar-se onde hoje se encontra o Mosteiro de S. Bento da Vitória, perto da antiga Cadeia da Relação. Delimitada pela hoje Rua de S. Bento da Vitória, pelas escadas da Vitória, antiga Escadas da Esnoga, e a rua de Belomonte, o eixo principal da judiaria era a Rua de S. Miguel, onde viviam os principais mercadores da comunidade.

Na Rua de S. Miguel foi recentemente encontrada uma possível sinagoga secreta, nº 9-11, cujo Hejal está preservado e visitável. O intelectual e escritor portuense Immanuel Aboab (1555-1628) referiu-se, depois de emigrado, à lembrança de, em criança, ir com os pais orar a esta sinagoga.

A atual Comunidade Israelita do Porto foi fundada em 1923 por iniciativa e empenho do então capitão Barros Basto e por um grupo de comerciantes judeus provenientes do leste e centro da Europa, numa cidade onde não existia uma comunidade judaica desde a expulsão e conversão forçada de 1496/7.

Esta comunidade edificou a Sinagoga Kadoorie - Mekor Haim (Fonte de Vida), a maior sinagoga da Península Ibérica e uma das maiores da Europa onde, no 1º piso, funciona o Museu Judaico do Porto.

A população judaica do Porto deve ter tido um significativo incremento com o Foral – documento que organizava administrativamente a cidade – de 1123, dado pelo Bispo do Porto, D. Hugo. Este Foral dava significativos incentivos ao comércio e a quem se estabelecesse na cidade, para atrair população para o burgo.

À medida que a cidade foi crescendo económica e culturalmente, a comunidade também foi aumentando. Devem ter existido três judiarias: a Judiaria Velha, na Rua das Aldas (atual Rua de Sant’Ana) e espalhando-se até à Rua Escura e à Rua Chã; a Judiaria de Monchique, extramuros, em Miragaia; e a Judiaria Nova do Olival, novamente dentro de muros.

Hoje, os principais vestígios podem ser vistos naquela que era a Judiaria Nova do Olival, para onde D. João I (1357-1433) mandou concentrar os judeus em 1386. A Sinagoga desta judiaria deveria situar-se onde hoje se encontra o Mosteiro de S. Bento da Vitória, perto da antiga Cadeia da Relação. Delimitada pela hoje Rua de S. Bento da Vitória, pelas escadas da Vitória, antiga Escadas da Esnoga, e a rua de Belomonte, o eixo principal da judiaria era a Rua de S. Miguel, onde viviam os principais mercadores da comunidade.

Na Rua de S. Miguel foi recentemente encontrada uma possível sinagoga secreta, nº 9-11, cujo Hejal está preservado e visitável. O intelectual e escritor portuense Immanuel Aboab (1555-1628) referiu-se, depois de emigrado, à lembrança de, em criança, ir com os pais orar a esta sinagoga.

A atual Comunidade Israelita do Porto foi fundada em 1923 por iniciativa e empenho do então capitão Barros Basto e por um grupo de comerciantes judeus provenientes do leste e centro da Europa, numa cidade onde não existia uma comunidade judaica desde a expulsão e conversão forçada de 1496/7.

Esta comunidade edificou a Sinagoga Kadoorie - Mekor Haim (Fonte de Vida), a maior sinagoga da Península Ibérica e uma das maiores da Europa onde, no 1º piso, funciona o Museu Judaico do Porto.

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