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  • Extensão da Etapa
    34.9 Km
  • Duração
    08h40
  • Dificuldade
    Difícil
  • Altitude máxima
    281m
  • Tipo de Piso
    Asfalto

A etapa é longa, mas vale cada passo. Não se sai de Braga sem passar pela fonte de Santiago e fazer uma última reverência a um santo que foi (é) tão venerado na cidade. As duas próximas paragens são também ditadas pela presença de corpos santos: São Frutuoso de Montélios, militante asceta fundador de mosteiros no século VII, e São Martinho de Dume, abade, bispo e evangelizador da  família real sueva no século VI. É por locais como estes que o Caminho de Torres percorre as veias históricas do Minho como nenhum outro caminho jacobeu. Diante do rio Cávado, a ponte do Prado é a passagem ideal para o troço seguinte. Se estiver nevoeiro, a ponte é uma silhueta entre duas margens distantes. É obrigatória a  paragem na capela de Santiago de Francelos, porque a seguir há uma longa caminhada até à torre medieval de Penegate, um dos sítios mais fascinantes do caminho. Falta metade da etapa e a memória já tem muito para guardar. Em Goães há albergue e existem outras opções de alojamento no percurso, mas é importante fazer o esforço para chegar até ao rio Lima. Até lá, há que passar a encosta do Monte da Madalena e  descer a Av. António Feijó até ao centro histórico de Ponte de Lima. A vila respira de identidade jacobeia e vale a pena conhecê-la de dia e de noite, caminhando pela sua ponte romana e medieval. Daqui em diante o Caminho segue o traçado do Caminho Central.

A etapa é longa, mas vale cada passo. Não se sai de Braga sem passar pela fonte de Santiago e fazer uma última reverência a um santo que foi (é) tão venerado na cidade. As duas próximas paragens são também ditadas pela presença de corpos santos: São Frutuoso de Montélios, militante asceta fundador de mosteiros no século VII, e São Martinho de Dume, abade, bispo e evangelizador da  família real sueva no século VI. É por locais como estes que o Caminho de Torres percorre as veias históricas do Minho como nenhum outro caminho jacobeu. Diante do rio Cávado, a ponte do Prado é a passagem ideal para o troço seguinte. Se estiver nevoeiro, a ponte é uma silhueta entre duas margens distantes. É obrigatória a  paragem na capela de Santiago de Francelos, porque a seguir há uma longa caminhada até à torre medieval de Penegate, um dos sítios mais fascinantes do caminho. Falta metade da etapa e a memória já tem muito para guardar. Em Goães há albergue e existem outras opções de alojamento no percurso, mas é importante fazer o esforço para chegar até ao rio Lima. Até lá, há que passar a encosta do Monte da Madalena e  descer a Av. António Feijó até ao centro histórico de Ponte de Lima. A vila respira de identidade jacobeia e vale a pena conhecê-la de dia e de noite, caminhando pela sua ponte romana e medieval. Daqui em diante o Caminho segue o traçado do Caminho Central.

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