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  • Extensão da Etapa
    33.1 Km
  • Duração
    08h00
  • Dificuldade
    Difícil
  • Altitude máxima
    62m
  • Tipo de Piso
    Terra e Asfalto

O Caminho do Tejo tem início em Lisboa, no Parque das Nações, no Pavilhão de Portugal. Em alternativa, pode iniciar este Caminho a partir da Sé Patriarcal de Lisboa, no centro histórico da cidade, atravessando a Colina do Castelo e o antigo bairro de Alfama e terminando no Pavilhão de Portugal, num percurso total de 11 km. É um caminho marcado pela paisagem da Reserva Natural do Estuário do Tejo sempre no horizonte, com os seus vários mouchões ou pequenas ilhas, onde milhares de aves aquáticas migratórias acorrem entre outubro e março. Ao deixar para trás a cidade cosmopolita não é preciso muito tempo para se sentir em plena natureza, depois de passar Sacavém e seguir junto às margens do Rio Trancão e da Ribeira de Alpriate. Descobrir as aldeias de Granja e de Alpriate é descobrir um Portugal rural. O objetivo é, no entanto, o Rio Tejo, que em Póvoa de Santa Iria se descobre por caminhos pedonais em passadiços de madeira e excelentes troços de terra batida. Depois, é cruzar Alverca e Alhandra, sempre com a maior atenção ao tráfego rodoviário. Em Alhandra, vale a pena subir à Igreja Matriz para conhecer alguns dos bonitos altares do seu interior. O caminho continua em direção a Vila Franca de Xira pela ecopista, sempre junto ao rio e em segurança. Situada à beira do rio do rio Tejo, Vila Franca de Xira está rodeada de planícies férteis, as lezírias.

O Caminho do Tejo tem início em Lisboa, no Parque das Nações, no Pavilhão de Portugal. Em alternativa, pode iniciar este Caminho a partir da Sé Patriarcal de Lisboa, no centro histórico da cidade, atravessando a Colina do Castelo e o antigo bairro de Alfama e terminando no Pavilhão de Portugal, num percurso total de 11 km. É um caminho marcado pela paisagem da Reserva Natural do Estuário do Tejo sempre no horizonte, com os seus vários mouchões ou pequenas ilhas, onde milhares de aves aquáticas migratórias acorrem entre outubro e março. Ao deixar para trás a cidade cosmopolita não é preciso muito tempo para se sentir em plena natureza, depois de passar Sacavém e seguir junto às margens do Rio Trancão e da Ribeira de Alpriate. Descobrir as aldeias de Granja e de Alpriate é descobrir um Portugal rural. O objetivo é, no entanto, o Rio Tejo, que em Póvoa de Santa Iria se descobre por caminhos pedonais em passadiços de madeira e excelentes troços de terra batida. Depois, é cruzar Alverca e Alhandra, sempre com a maior atenção ao tráfego rodoviário. Em Alhandra, vale a pena subir à Igreja Matriz para conhecer alguns dos bonitos altares do seu interior. O caminho continua em direção a Vila Franca de Xira pela ecopista, sempre junto ao rio e em segurança. Situada à beira do rio do rio Tejo, Vila Franca de Xira está rodeada de planícies férteis, as lezírias.

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