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Voltamos à Praça do Município para iniciar a etapa de hoje e seguimos em direção ao rio pela Rua Dr. Ruy Azevedo, ao longo do aprazível Jardim da Fateixa, na margem do rio Sorraia. Continuando a fugir à movimentada e estreita estrada N118, embrenhamo-nos pelos campos laterais, que pode ocorrer estarem submersos obrigando-nos a subir à estrada. Em qualquer caso, 1 km à frente teremos de fazê-lo, em perigoso cruzamento, seguindo pela esquerda pela estrada secundária com destino a Salvaterra de Magos. No final da Estrada do Convento entramos na vila pela Rua do Tejo onde, logo à entrada, se nos apresenta a Falcoaria Real. Passamos a ponte sobre a Vala Real, que servia para transporte de mercadorias e para a embarcação da família real, aquando das suas visitas a esta localidade. Em breve chegamos ao entroncamento que nos indica para a esquerda a pitoresca aldeia de Escaroupim. Deixamos Escaroupim ainda pela Rua do Tejo, a qual se bifurca pouco à frente. Seguimos pelo estradão da esquerda que nos leva ao parque de campismo e continua em caminho aprazível e fresco ao longo de 4 km pela Mata do Escaroupim até a uma passagem de nível. Seguimos em frente para a entrada de Muge, procurando a rua da Junta de Freguesia, onde nos apressamos a pedir indicações sobre os alojamentos disponíveis, que não abundam por aqui. Ao explorar a vila, podemos encontrar a norte a ponte romana de Muge, com 400 m de extensão, e que servia parte da via romana que ligava o Alentejo a Santarém.